7 de janeiro 2026
O município de Extrema alcançou um marco histórico no desempenho econômico. Entre 2021 e 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade cresceu 48%, atingindo o valor de R$ 20,2 bilhões, o que consolida o município como a maior economia do Sul de Minas Gerais.
Com esse resultado, Extrema passou a ocupar a sétima posição no ranking estadual de riqueza, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na sexta-feira, dia 19 de dezembro.
O crescimento expressivo reflete a força do setor produtivo local, impulsionado principalmente pelo comércio, pela presença de grandes empresas de logística — incluindo importantes players do e-commerce nacional —, além dos serviços e das indústrias de transformação, que seguem em expansão no município.
Além do avanço no volume total de riqueza, Extrema também se destaca quando o assunto é PIB per capita. Em 2023, o indicador chegou a R$ 377 mil por habitante, colocando o município entre os dez maiores do Brasil nesse ranking.
O dado chama ainda mais atenção porque, entre os dez municípios com maior PIB per capita do país, apenas Extrema (MG) e Louveira (SP) não têm o petróleo como principal fonte de renda. O resultado reforça um modelo econômico baseado na diversificação, na logística, na indústria e na geração de empregos, sem depender da exploração de recursos naturais.
Os números confirmam o papel estratégico de Extrema no cenário econômico mineiro e nacional, consolidando o município como um dos principais polos de desenvolvimento, investimento e geração de renda do país.